
Quando em 2022-11-15 eu andava a limpar o quintal; por acaso, deparei com a crisálida, acima, junto a um vaso com uma figueira.
Mau tempo, muita chuva, frio; percebi logo que ela morreria sem uma mão amiga.
Numa caixinha de ovos coberta com um cartão, em casa, eu tentava protegê-la do frio, mas sem excesso de calor.
Mas 3 dias depois, salvei-a de novo. Tinha caído de costas na água da banheira.
Não sei se por ouvir a minha voz diariamente, cheirar, sentir a minha presença, nunca vi um inseto tão mansinho.
Só se foi embora quando chegou a noite.


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